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Ervas Medicinais

  A história da fitoterapia
   
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O primeiro manuscrito conhecido sobre esta prática é o Papiro de Erbes, datado de 1500 a.C, batizado com esse nome por ter sido descoberto pelo pelo egiptólogo alemão George Erbes, em 1827.
O documento descreve centenas de plantas medicinais, além dos métodos de ação no combate as enfermidades. Alguns dos vegetais alí mencionados são de uso popular até hoje, como a papoula.
No século V a.C o grego Hipócrates, considerado o pai da medicina, deixou uma obra notável - o Corpus Hipocraticum - consagrando a terapia com os vegetais. Em I a.C a grécia produziu o texto oficial da fitoterapia: De Materia Medica, de Dioscórides, que inspirou as futuras gerações de fitoterapeutas.
Muitos cientistas ainda olham com desprezo para o poder curativo das plantas. Pensam assim : se elas não são substâncias químicas feitas em laboratório, como podem funcionar? Isso é um mito. Até porque muitos dos remédios que compramos nas farmácias são feitos a partir de princípios ativos das plantas.
O caso mais notório é o do ácido acestilsalícilico, a aspirina, descoberto em pesquisas com o salgueiro branco.